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Autoridades investigam presença de CEREULIDA em óleo de ARA

A crise envolvendo a segurança de fórmulas infantis globais ganhou novos desdobramentos técnicos nesta semana. Autoridades de saúde da França (incluindo a ANSES e o Ministério da Saúde) confirmaram que a origem do alerta sanitário que afeta gigantes como Nestlé, Lactalis e Danone é um lote de óleo de ácido araquidônico (ARA) — um ácido graxo poli-insaturado Ômega-6 — contaminado com a toxina cereulida.

O ingrediente, fundamental para o desenvolvimento infantil, foi fornecido por um fabricante chinês. A cereulida é uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus, conhecida por causar sintomas gastrointestinais agudos (vômitos, cólicas e diarreia). A gravidade da situação escalou após o relato da morte de dois bebês na França que consumiram fórmulas alvo dos recalls.

O Centro de Crise de Saúde da França declarou que, até o momento, não há evidências científicas que liguem o consumo das fórmulas às mortes relatadas. "Nenhuma imputabilidade foi estabelecida cientificamente. Análises adicionais estão em andamento sob investigação judicial", afirmou o órgão.

Do lado da indústria, a Nestlé reforçou que, com base nas informações atuais, nenhuma doença foi confirmada em conexão com seus produtos. A empresa expandiu o recall de forma preventiva para marcas como SMA e Alfamino. A Danone, por sua vez, bloqueou vendas em Singapura a pedido regulatório, mas afirmou que seus testes internos não apontaram desvios de Boas Práticas de Fabricação (GMP) ou irregularidades ligadas ao B. cereus.

A detecção da falha no fornecedor de óleo de ARA desencadeou uma reação em cadeia na indústria. A Lactali Iniciou o recall de lotes em 18 países, abrangendo Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul, após alerta da associação profissional francesa de nutrição infantil.


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